Nossa primeira experiência em Direito Bancário ocorre nos anos 1970, em Bebedouro, cerca de um ano depois de termos iniciado nossa carreira. Tínhamos atendido poucos clientes, em sua maioria empresas locais, principalmente comerciais.

O êxito que alcançamos, lançando mão de meios extrajudiciais e judiciais, deu visibilidade ao nosso trabalho.

Foi assim que o gerente de uma importante organização bancária instalada em Bebedouro, credora de um valor elevado, contratou-nos para solucionar o caso junto ao devedor. Tivemos sucesso.

Em consequência, o banco passou a utilizar nossos serviços na área de recuperação de crédito e gerentes de outros bancos no Município nos chamaram. Foi o início de nossa história.

Hoje, passados 50 anos, praticamente todas as instituições financeiras de maior expressão no País são nossas clientes.

O DNA de nosso escritório pode ser traduzido em transparência, seriedade, atitudes firmes, mas respeitosas, e atenção aos clientes. Esse DNA foi moldado gradativamente com o apoio dos advogados de nosso time, alguns veteranos que ainda nos acompanham.

Ganhou vigor há uma década e meia, quando minha filha e meu filho, ambos advogados, ingressaram na sociedade e a ela têm emprestado sua visão modernizante. E continua fortalecido pela equipe jovem do escritório, que, mesmo em home office, demonstra forte engajamento e
admirável eficiência neste período de pandemia.

Há um traço complementar nesse DNA, e um dos que têm maior peso: a busca permanente pela conciliação. Só quando esta se mostrar inviável deve-se recorrer a medidas judiciais mais
severas.

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