Vivemos tempos desafiadores, em que vejo valores como ética, sustentabilidade e compromisso social sendo relativizados em alguns setores. Mas, para mim, abrir mão do ESG não é apenas um retrocesso, é colocar em risco o próprio futuro das empresas.
Aprendi que o que sustenta um negócio em momentos de crise não são improvisos, mas uma base sólida de governança, transparência e responsabilidade. Mais do que relatórios ou discursos bonitos, ESG é sobre cultura organizacional, sobre fazer o certo mesmo quando ninguém está olhando. É entender que diversidade e inclusão não são tendências passageiras, mas pilares que fortalecem times e aproximam empresas da sociedade.
No fim, por mais tecnologia ou infraestrutura que possamos ter, são as pessoas – aquelas com propósito, talento e integridade – que fazem a verdadeira diferença. Elas são o maior ativo estratégico em um mundo cada vez mais instável e exigente. As empresas que compreenderem isso sairão na frente; as que não compreenderem correm o risco de ficar para trás.
Por Felipe Reis, CEO do Reis Advogados